"Chesed and gevurah act together to create an inner balance in the soul's approach to the outside world. While the "right arm" of chesed operates to draw others near, the "left arm" of gevurah reserves the option of repelling those deemed undeserving. (Even towards those to whom one's initial relation is that of "the left arm repels," one must subsequently apply the complementary principle of "the... right arm draws near")."
link: www.inner.org/sefirot/sefgevur.htm
Minha tradução:
"Chesed e Guevurah agem em conjunto para criar um equilíbrio interior na abordagem da alma para o mundo exterior. Enquanto o "braço direito" de Chesed opera para atrair os outros para próximo, o "braço esquerdo" de Guevurah mantém a opção de repelir aqueles considerados indignos. (Mesmo para aqueles a quem a própria relação inicial é o de "o braço esquerdo repele", deve-se posteriormente aplicar o princípio da complementaridade de "o braço direito aproxima").
Sunday, January 27, 2013
Chesed↔Tifereth↔Gevurah
Friday, January 18, 2013
This is Anahata / Isto é Anahata (from the Original Scheme of the Sistine Ceiling / do Esquema Original do Teto da Capela Sistina)
This is Anahata / Isto é Anahata (from the Original Scheme of the Sistine Ceiling / do Esquema Original do Teto da Capela Sistina), originally uploaded by MichelAngelo▲.
In the painting of the Sistine Ceiling, I used the Kabbalah Tree of Life combined with the Kundalini to show my deepest beliefs directly in the face of the Catholic Church. I see myself as a kind of hindu, budist early christian. I understand the human soul condition as it is described in the Hymn Of The Pearl and the Ode To The Sofia (the original versions, of course). The comparison of the ultimate consciousness described in the Nirvana (Buddhism), with the hymns I mentioned reveals an unique spiritual reality that was entirely revealed on the images of the Ceiling.
It is very clear to me that the Hindu tradition was the mystical inspiration of Jesus Christ, I believe he actually made a trip to India, so I created a visual narrative on the ceiling of the Sistine Chapel explaining all this. The ultimate understanding offered by the images of the Ceiling is the only real answer that the human soul can find. This understanding can only be reached with your heart and it's impossible to be explained rationally.
No matter what you believe in, there are only two options: spiritual awakening or the emptiness suffering.
Well, since I'm having this second chance as myself again, I guess I was right all along.
(This revelation is for those stupid people who think that there's only Kabbalah hidden on the paintings of the Sistine Ceiling.)
Na pintura do teto da Capela Sistina, eu usei a Árvore da Vida da Cabala combinada com a Kundalini para exibir minhas crenças mais profundas diretamente no rosto da Igreja Católica. Eu me vejo como uma espécie de hindu, budista cristão primitivo. Eu entendo a condição da alma humana como ela é descrita no Hino da Pérola e na Ode a Sofia (as versões originais, é claro). A comparação da consciência final descrita no Nirvana (Budismo) com os hinos que eu mencionei revelam uma realidade espiritual única, que foi toda descrita visualmente nas imagens do Teto.
É muito claro para mim que a tradição hindu foi a inspiração mística de Jesus Cristo, eu acredito que ele realmente fez uma viagem para a Índia, por isso, eu criei uma narrativa visual no Teto da Capela Sistina explicando tudo isto. A compreensão final que as imagens do Teto oferece é a única resposta real que a alma humana poderá encontrar. Esta compreensão só pode ser atingida pelo íntimo de cada um e é impossível de ser explicada racionalmente.
Pouco importa em que você acredita, só há duas opções: despertar espiritual ou sofrimento vazio.
Bem, uma vez que estou tendo esta segunda chance como eu mesmo, acho que eu estava certo o tempo todo.
(Esta revelação é para os imbecis que acham que só há Cabala escondida nas pinturas do Teto da Capela Sistina.)
Sunday, July 22, 2012
This is Tifereth / Isto é Tifereth (from the Original Scheme of the Sistine Ceiling / do Esquema Original do Teto da Capela Sistina)
This is Tifereth / Isto é Tifereth (from the Original Scheme of the Sistine Ceiling / do Esquema Original do Teto da Capela Sistina), originally uploaded by MichelAngelo▲.
(English)
Welcome to God's banquet! Be my guest!
Celebrating the 4th year from the release of my doc film Icarus, Contemplation & Dream.
Hello enemies from around the world! I'm refering to All Of You who are visiting my web pages (anonymous or not) and still do not believe that I am Michelangelo Buonarroti himself. I've been wondering what kind of people will be more shocked when facing the truth behind my story: the atheist or the religious believers? (the stupids are free from that: lucky guys!)
Well, after the released of the Original Scheme of the Sistine Ceiling the fight will be held on a physical and rational field, with no room for subjective interpretations. From now on, I will disclose the physical proofs that really matter with its visual verification. That will be the last chapter of my spiritual striptease.
What a tough situation, isn't it? Now the atheist and the religious believers are condemned to prove that I'm totally wrong about all the precise informations that I'm providing about the Sistine Ceiling. All of you (who still don't believe in my story) can do a search to see if someone discovered this scheme before me (maybe a mystic jew). I did that search, I found nothing but I would love to see if there's someone else. Years ago, some people came to me asking what I had to say about the discovery of anatomic drawings hidden on the paintings. Well, I think that I finally answered them.
I'm openning my secrets at a slow pace because of tactical reasons. Next year I will post a translated version of the general explanation of the Sistine Ceiling from my book Icarus, Contemplation & Dream. For now I will leave a hint for All Of You: the Sistine Ceiling is a visual narrative to be understood by the jewish people only. What could be that narrative?
The correct explanation gets a big pizza!
See the answer next year!
PS: I personally don't give a shit to what people believe in. What I'm doing on the web is motivated by my final agreement with "God". Although my art is a natural reflection from what I worked on during my past lifetime, I agree that there's a noticeable difference to how I express it now. Today, I don't use any kind of visual reference to draw my figures. I do so because this is the only way that my art can be expressed. The result are human figures even more distant from the reality than I had done before, but my signature can be felt on countless creative decisions that I still make.
Before I forget…Tifereth: Action Of Giving And Receiving, Compassion And Strength… etc…http://en.wikipedia.org/wiki/Tiferet
(Português)
Bem-vindo ao banquete de Deus! Seja meu convidado!
Comemorando o 4º ano de lançamento do meu documentário "Ícaro, Contemplação & Sonho".
Olá inimigos de todo o Brasil! Estou me referindo a vocês que estão visitando as minhas páginas na web (anonimamente ou não) e ainda não acreditam que eu seja o próprio Michelangelo Buonarroti. Tenho pensado sobre qual será o tipo de pessoas que mais vai se chocar ao descobrir a verdade por trás da minha história: os ateus ou os crentes? (os estúpidos estão imunes, que sortudos).Depois da publicação na web do Esquema Original do Teto da Capela Sistina, a guerra passa a ser travada em um campo físico e racional, sem interpretações subjetivas. Ou seja, de agora em diante, vou mostrar as provas físicas que realmente importam e a verificação será imediata. Este será o capítulo final do meu striptease espiritual.
Que situação difícil agora, não? Daqui pra frente, os ateus e os crentes religiosos estão condenados a provar que estou completamente errado sobre todas as informações precisas que eu estou fornecendo sobre o Teto da Capela Sistina. Sugestão: todos (que ainda não acreditam na minha história) podem fazer uma pesquisa para ver se alguém descobriu esse esquema antes de mim (quem sabe um místico judeu?). Eu fiz essa pesquisa e não encontrei nada, mas gostaria de ver se realmente há alguém. Anos atrás, algumas pessoas me perguntaram sobre o que eu teria a dizer sobre a descoberta de desenhos anatômicos escondidos nas pinturas. Bem, acho que a resposta está dada a todos.
Eu estou abrindo os meus segredos em um ritmo bem lento por razões táticas. Ano que vem, vou postar a explicação geral do Teto da Capela Sistina publicada no meu livro "Ícaro, Contemplação & Sonho". Por enquanto, vou deixar uma dica: o Teto da Capela Sistina é uma narrativa visual para ser entendida somente pelo povo judeu. Que narrativa seria esta?
A explicação correta ganha uma pizza grande!
Veja a resposta no ano que vem!
PS: Pessoalmente, não dou a mínima para o que as pessoas acreditam. O que estou fazendo é motivado pelo meu acerto final com "Deus". Apesar da minha arte ser um reflexo natural do meu trabalho na vida passada, eu concordo que há uma diferença notável de como eu expresso ela agora. Hoje, eu não uso qualquer tipo de referência visual para desenhar minhas figuras. Eu trabalho assim porque esta é a maneira como eu expresso a minha arte nesta vida. O resultado é uma figura humana ainda mais distante da realidade comparado ao que fiz antes, mas a minha assinatura pode ser sentida nas inúmeras decisões criativas exigidas pelo trabalho.
Antes que eu me esqueça…Tiferet: Ação de Dar e Receber, Compaixão e Força… etchttp://en.wikipedia.org/wiki/Tiferet
Thursday, June 28, 2012
Original Scheme of the Sistine Ceiling \ Esquema original do Teto da Capela Sistina & Tree Of Life/Árvore da vida
Original Scheme of the Sistine Ceiling \ Esquema original do Teto da Capela Sistina & Tree Of Life/Árvore da vida, originally uploaded by MichelAngelo▲.
(For better viewing/Para uma melhor visualização)
Original Scheme of the Sistine Ceiling \ Esquema original do Teto da Capela Sistina
Original Scheme of the Sistine Ceiling \ Esquema original do Teto da Capela Sistina, originally uploaded by MichelAngelo▲.
Original Scheme of the Sistine Ceiling \ Esquema original do Teto da Capela Sistina
(English)
– It's Tifereth!!!
How about being one of the first people on earth to know what's truly represented on the so famous central scene of the Sistine Chapel Ceiling? The scene where God extends His arm to reach Adam's hand it is NOT the biblical "Creation Of Adam". This painting is a representation of Tifereth, the central Sephirah from the Kabbalah's Tree of Life with all elements to link it to the others Sephirot. There are many secrets among each painting of Sistine Ceiling but the main idea is now public: the Sistine Chapel Ceiling was created to be my personal kabbalistic Tree Of Life!
I'm revealing the original scheme of the Sistine Chapel Ceiling to celebrate the 4th year from the release of my doc film Icarus, Contemplation & Dream. Part of this explanation about the Sistine Ceiling is already written on my book from 2011, but the book is in portuguese and it's a very limited edition.
The opening of this secret is a special gift for those who are believing on me and has the heart to feel what's happening to me.
A tip for my internet followers (anonymous included): next time when you be with your family and friends, tell them about this simple curiosity revealing a bit from the art of the past:
– Do you know that the famous Michelangelo's Creation Of Adam is not a biblical representation of Creation Of Adam? It's a representation of Tifereth, the central Sephirah from the Kabbalah's Tree of Life.
It dosen't matter if no one knows what is the Kabbalah's Tree of Life. Time will bring this knowledge to them. If someone ask you about how could you have such understanding of the Sistine Ceiling, be proud about our web friendship and tell them:
– Michelangelo has just revealed the original scheme of the Sistine Chapel Ceiling on the internet!
One day this moment will be written on History books. Don't miss the chance to take part on it.
The meaning of the Sephiroth is completed through the visual details that link each Sephirah to another. The scenes belong to more than one Sephirah.
Kether :
-Jonah
Da'ath (the invisible sephirah):
- Separation of Land from Water
- Creation of Sun, Moon, Plants (an idealized selfportrait)
- Separation of Light from Darkness
Chochma:
- The Death of Haman (in fact: The Sacrifice of God the Son)
- Jeremiah (a selfportrait)
Binah:
- Moses and the Serpent of Brass (in fact: the two originals versions of the Hymn of the Pearl)
- Libyan Sibyl
Chesed:
- Persian Sibyl
- Ezechiel
Gevurah:
- Daniel
- Cumean Sibyl
Tifereth:
- Creation of Adam
- Creation of Eve
- Temptation and Expulsion
Netzach:
- Joel
- Erythraea
Hod:
- Isaiah
- Delphica
Yesod:
- Sacrifice of Noah
- The Flood
- Drunkenness of Noah
Malkuth:
- Zechariah
- David and Goliath
- Judith and Holofernes
Links:
en.wikipedia.org/wiki/Sephirot
en.wikipedia.org/wiki/Gallery_of_Sistine_Chapel_ceiling
(Português)
– É Tifereth!!!
Que tal ser uma das primeiras pessoas do mundo a saber exatamente o que está representado na famosa cena central do Teto da Capela Sistina?
A cena onde Deus estende o braço para alcançar a mão de Adão NÃO é a "Criação de Adão" bíblica. Esta pintura é uma representação de Tifereth, a Sefira (emanação divina) central da Árvore da Vida da Cabala com todos os elementos para fazer a ligação desta com outras Sefirot (plural de Sefira). Existem muitos segredos entre aquelas pinturas do Teto da Sistina, mas agora a ideia fundamental é pública: os afrescos do Teto da Capela Sistina foram criados para compor a minha versão da Árvore da Vida da Cabala.
Estou revelando o esquema original do Teto da Capela Sistina para celebrar o 4º aniversário de lançamento do meu filme documentário "Ícaro, Contemplação & Sonho".
A abertura deste segredo é um presente especial para aqueles que estão acreditando em mim e são capazes de sentir o que está acontecendo comigo.
Uma dica para aqueles que estão me acompanhando pela internet: na próxima vez em que estiver com a família e os amigos, fale a eles sobre esta simples curiosidade que revela um pouco da arte do passado. Diga-lhes:
– Lembram a "Criação de Adão", aquela pintura do Michelangelo na Capela Sistina? Pois é… Aquela imagem não é uma representação bíblica da "Criação de Adão". É uma representação de Tifereth, a Sefira central da Árvore da Vida, na Cabala.
E não importa que ninguém saiba o que é a Árvore da Vida da Cabala. O tempo levará este conhecimento até eles. Mas se alguém te perguntar sobre como você possui tal informação sobre o Teto da Capela Sistina, tire onda e fale a eles sobre mim:
– O Michelangelo acabou de revelar o esquema original do Teto da Capela Sistina na internet!
Um dia este momento estará escrito em livros de História. Não perca a chance de fazer parte dele.
Os significados das Sefirot se completam através do detalhes visuais que ligam uma Sefira a outra. As cenas pertencem a mais de uma Sefira.
Kether :
-Jonas
Da'ath (a sefira invisível):
- Separação da Terra da Água
- Criação do Sol, Lua, Plantas (meu autorretrato idealizado)
- Separação da Luz e das Trevas
Chochma:
- A morte de Aman (na verdade: O sacrifício de Deus, o Filho)
- Jeremias (meu autorretrato)
Binah:
- Moisés e a Serpente de Bronze (na verdade: as duas versões originais do Hino da Pérola)
- Síbila Líbica
Chesed:
- Síbila Persica
- Ezequiel
Gevurah:
- Daniel
- Síbila Cumana
Tifereth:
- Criação de Adão
- Criação de Eva
- Tentação e Expulsão
Netzach:
- Joel
- Síbila Eritréia
Hod:
- Isaias
- Síbila Délfica (na verdade: Cassandra)
Yesod:
- Sacrifício de Noé
- O Dilúvio
- Bebedeira de Noé
Malkuth:
- Zacarias
- Davi e Golias
- Judite e Holofernes
Links:
en.wikipedia.org/wiki/Sephirot
en.wikipedia.org/wiki/Gallery_of_Sistine_Chapel_ceiling
Saturday, September 3, 2011
O livro está à venda!!! ASCENSIO MARIAE!!!
Olá pessoal
Agora, sim, vai dar para começar alguma discussão sobre a natureza do que eu vivi. Ficar respondendo a curiosos que tentam me enquadrar em teorias, crenças e estruturações racionais diversas é muito chato. Agora, diante de um conciso relato escrito da minha trajetória de 1979 até 2008, a discussão será bem mais produtiva e consequente.
A minha opção ao organizar o livro foi criar um texto didático e explicativo. Assim que uma experiência ou sonho é descrito, a compreensão da época do ocorrido é sempre seguida da elucidação dos significados pela clareza da minha consciência atual. Dessa forma, acredito que não haverá como ninguém ficar perdido na narrativa. As incompreensões que sofro até hoje foram as responsáveis por esta solução na criação do livro.
O meu limite na hora de contar o que eu vivi foi definido por duas condicionantes: a minha vida privada atual e o entendimento médio das pessoas. O único conceito de psicologia do qual faço uso e cito um autor de referência é sobre a ideia de sincronicidade, cujos estudos de C.G.Jung são famosos. Contudo, vale lembrar que a compreensão da realidade através da conexão sincrônica de eventos físicos e espirituais é a base de todas as culturas ancestrais.
A impressão imediata do leitor que viu o meu filme doc "Ícaro, Contemplação & Sonho" é que o vídeo não passou de uma curta apresentação de situações. O alívio que sinto de poder narrar aquelas passagens de uma forma mais completa é indescritível. A minha sensação é de estar implodindo o castelo dos vampiros com o sol à pino. Muita gente vai virar pó. Sei que estou chutando a cara de certos tipos com este livro, mas não há como evitar isso. Escrevi o mínimo necessário para me explicar e já contabilizei os problemas pessoais futuros.
Fiz a defesa da minha arte da única forma possível: colocando-a como uma natural continuação do meu trabalho na vida italiana, mas limitada pela emoção ligada à Vittoria Colonna, que molda a realidade da vida atual. E vamos ser sinceros, não havia como eu me apresentar como Eurico Poggi tendo em mãos o que produzi. Os julgamentos errados a meu respeito, quando apresentava meus desenhos e esculturas, apenas atestavam o óbvio: o autor se chama Michelangelo Buonarroti.
Agora, permaneço aguardando para ver quem vai me enfrentar no inevitável debate: "Eurico Poggi é ou não é Michelangelo Buonarroti em sua segunda vida?". Venha quem vier contra mim, não duvide de que vai encontrar aqui uma pedreira sem fim e que não vou ser nem um pouco elegante nas minhas respostas. Não ligo a mínima para o que vai acontecer comigo e o meu último objetivo neste final de vida é provocar o maior estrago possível na concepção de mundo desta sociedade babaca que tanto me agrediu.
É óbvio que toda a argumentação sobre a expressão da minha arte escultórica, na qual busquei avaliar o quanto eu seria "Michelangelo de novo", vai ser obscurecida pela minha resumida explicação do teto da Capela Sistina. A arte escultórica é muito complexa para o entendimento leigo, mas a explicação da Sistina é clara e cristalina. Apesar de ter economizado nas palavras o suficiente para deixar significados em aberto (e faturar depois com uma segunda edição turbinada e/ou meter porrada verbal nos intelectuais otários), o que está no livro é suficiente para obrigar a reescrita de todos os livros sobre as famosas pinturas do teto. Pessoalmente, eu não acredito que, até hoje, ninguém tenha entendido o sentido por trás daquelas imagens e suponho que a atual incompreensão seja coisa desta época em que vivemos, cujo conhecimento descarta qualquer visão mística ou até alguma censura orquestrada pela Igreja Católica. A partir deste momento, quando publico o livro, começo a contar quanto tempo vai levar para que o meu pequeno texto seja levado a sério. Eu sei que esta minha apresentação como o próprio Michelangelo é uma barreira e tanto, dependendo do quanto a pessoa for conservadora e preconceituosa, mas isso não será desculpa diante do que revelei no livro.
Porém, muito mais do que transgressora e provocativa, esta minha apresentação como o próprio Michelangelo é, sim, uma declaração de guerra ao senso comum do planeta Terra globalizado atual. Desde o dia em que decidi fazer isso, imagens bélicas passaram a desfilar na minha mente enquanto o início da guerra espiritual era imediato, com ataques vindo de todos os lados. A vida estava definida: jamais haverá retorno desta situação em que mergulhei – as minhas "caravelas já foram todas queimadas" (Ver "Cortez" na "Conquista do México"). Este livro é a minha "barcaça de transporte de tropas atingindo a praia de Omaha" (Ver "Dia D" na "2ª Guerra Mundial"), sei que as rajadas das metralhadoras e as explosões contra mim nunca cessarão, mas não vai haver defesa contra o meu avanço simplesmente porque não tenho outra escolha! O tempo que me resta de vida vai engolir todo tipo de gente babaca porque a profundidade do que eu vivi não oferece nenhuma saída racional! Transformado, agora, em ataque permanente pela minha exposição pública, o tempo está a meu favor (Ver o livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu). Passei uma vida sendo bombardeado e recuando meus exércitos porque nunca quis essa guerra. Não a queria porque a vida que eu desejava era outra. Mas os meus batalhões de infantaria, divisões de tanques, esquadrilhas de caças e bombardeiros, porta-aviões, mísseis, fragatas, satélites e o caralho, depois de todas as agressões que sofri, estão intactos. Agora, galera, começo a revidar sem dó nem piedade! Não vou poupar ninguém e vou usar toda a munição que tenho guardada!
Aos senhores doutores, políticos e corruptos de filosofias de vida e religiões diversas, que definem onde está a objetividade do real e formatam misticismos para a sociedade global, quero dizer que fiz de tudo para me adaptar às suas exigências e terminar a minha vida em paz, calado, esquecendo transcendências e segredos. Mas isso não foi possível pela estupidez intrínseca ao mundo de vocês. Agora, senhores doutores e etc, sejam espertos e continuem me ignorando – é a única saída digna para vocês. A realidade revelada pela minha trajetória de vida se torna mais nítida sempre que é atacada pela racionalidade vazia. Se tentarem me desmistificar com retóricas acadêmicas, a realidade revelada pela minha trajetória de vida vai fugir do controle! – Estão vendo como sou um cara legal ao avisar sobre isso?
Entretanto, se algum dia eu tiver que vir a público para explicar o que "Ascensio Mariae" tem a ver com tudo isso, será porque a questão central da guerra espiritual "Eurico Poggi é ou não é Michelangelo Buonarroti em sua segunda vida?" terá se tornado uma porrada mundial, o resultado deste bate-boca será o lançamento de um míssel balístico intercontinental e não vai sobrar NADA da "cidade" alvo. (Sugestão deste blog: salvem ou imprimam este post para a posteridade).
Sunday, July 17, 2011
E agora, galera? Como é que vai ser?
Olá Pessoal
Voltando à reação das pessoas em 2008, quando comecei a divulgar a minha história de vida, um comentário em especial, apesar de já esperado, aponta qual será o ponto central da minha guerra espiritual, ou melhor, qual será o campo de batalha da chamada "guerra de MABUS".
Um falso amigo daquele ano levou os DVDs do meu filme doc "Ícaro, Contemplação e Sonho" para mostrar a quem ele reconhecia como "intelectual". O cara era um desses intelectualóides boçais de universidade que disse que não viu nada demais na arte apresentada no filme. Para ele, "os caras (artistas profissionais) fazem todos aqueles desenhos que eu faço no filme e, por isso, é absurdo eu me julgar ser o próprio Michelangelo baseado na minha arte de desenhar". Além do desdém imediato pelo meu desenho, que há décadas observo neste tipo de gente, a reação do sujeito é emblemática porque revela dois fundamentos básicos da estupidez: rejeição automática à minha história e uma completa ignorância sobre a estética da figura humana expressa pelo meu desenho.
Eu sei que ninguém considera a minha experiência da lembrança da morte da Vittoria Colonna, mas foi isso o que me revelou ser o próprio Michelangelo e há uma lógica emocional por trás desta situação que prova a sua realidade. Por outro lado, quando vivi essa experiência em 1983, o meu desenho era tosco, estranho (apesar de já refletir a minha arte da vida italiana) e tudo o que fiz nos anos seguintes foi deixar o desenho que fazia por intuição crescer para saber até que ponto a coisa de "ser Michelangelo" iria continuar se expressando. A verificação da identidade na arte foi feita na escultura e não no desenho. Além disso, no meu íntimo, não há nenhuma conexão entre a minha autopercepção como o próprio Michelangelo e qualquer expressão artística. Bastam estes esclarecimentos para avaliarmos o tamanho da truculência e ignorância do intelectualóide boçal.
Entretanto, no início dos anos 1990, quando comecei a analisar a qualidade e verificar a origem do que eu havia produzido em desenho, uma pergunta fundamental saltou aos meus olhos: seria possível o aprendizado e treino de tudo o que o movimento automático de minha mão expressa quando desenha? Vejam bem que, nesta pergunta, não estou questionando o fato de eu ser o próprio Michelangelo (isso está ligado à lembrança da Vittoria Colonna e envolve a minha vida desde criança), nem estou questionando o meu autorreconhecimento através arte, que foi atingido na escultura. Com esta pergunta, queria apenas elucidar o ponto onde os boçais de plantão encontram coragem de momento para me atacar.
Enfim, os anos foram passando e esta pergunta sempre se repetia na minha cabeça toda vez em que estava diante de uma situação que a evocava nos ambientes de arte que frequentei. Como não tinha planos de me apresentar como o próprio Michelangelo (o que explicaria o meu conhecimento artístico) jamais respondia às ignorâncias que me atravessam os ouvidos. No final da década de 1990, a internet estava bem mais desenvolvida e a minha busca por um artista vivo que desenhasse por intuição a figura humana com as mesmas informações estéticas que eu ganharam dimensão planetária. Antes, eu vivia em bancas de jornais e bibliotecas buscando a singularidade do meu traço em trabalhos de arte que, por ventura, fossem publicados.
Mesmo quando, na década de 2000, comecei a ganhar dinheiro em carnaval e tentava me modificar artisticamente para esquecer a minha identidade como Michelangelo, nunca deixei de prestar atenção nos desenhos de figura humana que passavam diante mim. Sempre olhava com atenção e avaliava o nível de conhecimento anatômico e o tipo de representação de espaço criado pelo traço: a análise destas duas características de um desenho são suficientes para entender como a figura humana foi elaborada. E eu não encontrava nada, absolutamente nada, que sequer chegasse próximo da reconstrução metafórica expressa em meus nus, que mistura estatuária greco-romana e domínio completo de anatomia, nem das composições repletas de narrativas clássicas e teológicas típicas da minha vida italiana.
Bem, infelizmente, não pude seguir com os meus planos de enterrar a minha identidade Michelangelo. Queria voltar a ser o surfista que sempre fui mas, em 2008, o meu mundo já estava virado do avesso. A defesa contra a fúria do Além foi explicar porque sou Michelangelo para todos. Todavia, nesta mudança de postura na vida, a única razão que me fazia ficar calado diante das ignorâncias dos intelectualóides boçais desapareceu! O jogo de aparências que me mantinha sob o controle do senso comum e permitia que idiotas soltassem bravatas ao gosto da moda sem serem incomodados acabou! Pior: o ato de declarar ser o próprio Michelangelo me colocou numa situação sem retorno e sempre à espera pelo ataque furioso dos intelectualóides boçais da realidade oficial. Mas não me sinto acuado, pelo contrário, agora estou MUITO à vontade! Turbinado pela destruição da minha juventude, o meu único prazer até o final da vida vai ser a destruição espiritual do mundo dos intelectualóides boçais!
E agora, galera? Como é que vai ser? Como é que vai ser com eu, solto por aí, batendo no peito ao proclamar a identidade Michelangelo aos brados para toda a Humanidade? Alguém tem dúvidas sobre o que vai acontecer com os intelectualóides boçais que aparecerem no meu horizonte?
E agora, galera?? Como é que vai ser??? Alguém vai se habilitar a discutir comigo a questão fundamental sobre o meu desenho? Alguém acredita que seria possível o aprendizado e treino de tudo o que o movimento automático de minha mão expressa quando eu desenho?
Alô, você, intelectualóide boçal! Considere-se satisfeito por discutir desenho comigo, porque escultura não está ao seu alcance!
Muita gente me pergunta por segredos que eu possa estar guardando além da minha óbvia arte. Ora… vão tomar no cu! Agora, galera, quem tiver disposição, ou me enfrenta com exemplos e fazer artístico ou fica calado e engole a própria ignorância, como muitos já estão fazendo (veja o blog http://michelangeloisback.blogspot.com/). Quem quiser pagar para ver (e estou disposto a apostas bem altas), saiba que estou aqui, e por toda internet, ESPERANDO!!!